Fantasma na casa


Lembro-me que quando era mais nova, aos 15 ou 16 anos, eu sentia com mais frequência a presença de coisas ruins...


Uma vez estava na casa de uma prima, que havia acabado de se mudar com o marido e o filho para uma casinha próximo onde eu morava. Ela estava dando banho no meu priminho do lado de fora da casa, que era bem pequena, tinha apenas dois cômodos e o banheiro. Então ela tinha que dar banho no bebê, no tanque do lado de fora. Ela me pediu para que eu mexesse o mingau da criança enquanto ela dava banho nele. Só havia nós duas e o bebê naquele local, o marido dela estava trabalhando.

Foi então que eu vi alguém entrar correndo porta a dentro e desaparecer. Senti um calafrio e um forte aperto no peito.


Então saí correndo da casa para perguntar minha prima se ela havia entrado rapidamente no quarto para pegar algo. Pois como ela estava dando banho no bebê, poderia ter entrado correndo para não deixá-lo sozinho no tanque do lado de fora. Mas ela disse que não, e que não seria maluca de deixá-lo sozinho, pois ele poderia se afogar. Então eu perguntei: Mas você tem certeza que ninguém entrou no quarto? E ela me respondeu que NÃO. E pediu para que eu parasse com aquele assunto, pois ela não gostava de ficar falando dessas coisas.

Segundo ela...
Naquele local, anteriormente morava um rapaz que era viciado em drogas, e foi morto em frente ao portão que dava acesso a casa. Ele era filho da dona da casa, e foi assassinado por estar devendo dinheiro de drogas. Minha prima disse que ouvia barulhos à noite, de pessoas mexendo nas panelas, abrindo a torneira do banheiro, escutava passos, e sempre sentia a presença de alguém dentro do quarto, e também ouvia o portão sendo aberto brutalmente, mas sempre que iam verificar, o portão estava fechado, e não havia chegado ninguém. Mas depois de um tempo as atividades foram parando, pois somos de uma família de umbandistas, e minha avó fez algumas coisas para que o ambiente ficasse mais calmo.
Acredito que ele tenha encontrado luz, e entendido que aquele lugar não era mais o ambiente dele, então foi embora.

Essa foi a experiência mais marcante pela qual passei, pois pude sentir com intensidade o quanto aquela alma estava perturbada e desesperada. 

Ouça o relato:



Relato de Anna.
Comunidade: “Eu acredito em fantasmas”

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